CLIMOGRAMA: É o gráficos que representam a variação da quantidade de chuvas e a variação da temperatura no período de 1 ano. Um climograma representa as temperaturas (em graus) e as precipitações (chuvas em mm) para cada mês do ano;
DIFERENCIE TEMPO E CLIMA:
Tempo: É a ação momentânea da atmosfera em um determinado lugar por um certo período.
Clima: É a Sucessão habitual dos tipos de tempo
OS TIPOS DE CLIMA E AS MASSAS DE AR QUE ATUAM NO BRASIL:
Climas:
Equatorial Úmido;
Tropical Semi-árido;
Tropical Litorâneo Úmido,
Subtropical Úmido;
Tropical ou Tropical Continental;
Tropical de Altitude.
MASSA DE AR
mPa: Massa de ar polar Atlântica
Esta massa de ar é fria e úmida, nasce na Patagônia próximo da Antártida. Age principalmente na região Sul e o Brasil durante o inverno.
mTc: Massa de ar tropical Continental
Esta massa de ar é quente e seca e nasce na região do Chaco, fronteira entre Paraguai, Bolivia, Argentina e Brasil ( sul do Pantanal).
mTa: Massa de ar tropical Atlântica
Esta massa de ar é quente e úmida e nasce sobre o Oceano Atlântico e influencia o litoral e no interior brasileiro.
mEa: Massa de ar equatorial Atlântica
Esta massa de ar é quente e úmida e nasce sobre o Oceano Atlântico Norte, age sobre o litoral da Amazônia e do estado do Maranhão.
mEc: Massa de ar Equatorial Continental.
Esta massa de ar é quente e úmida e nasce no sul da Amazônia e durante o verão atua em grande parte do território brasileiro.
AMPLITUDE TÉRMICA: É a diferença entre a maior temperatura e a menor temperatura em um período e pode ser em um dia, uma semana, um mês, etc.
ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO: Este índice também é chamado de pluviosidade e mede a quantidade de chuva (precipitação) que cai em uma área em certo período.
MOTIVOS QUE PROMOVEM A VARIEDADE CLIMÁTICA DO BRASIL:
- O extenso território;
- Diversidade de formas de relevo,
- A altitude e a dinâmica das correntes e massas de ar;
- O Brasil é cortado pela Linha do Equador (Norte) e o Trópico de Capricórnio (Sul);
- Está situada, a maior parte do território, na Zona Intertropical, onde predominam climas quentes e úmidos, com temperaturas médias em torno de 20°C;
O CLIMA EQUATORIAL:
- Este clima é úmido e apresenta temperaturas elevadas;
- A grande umidade promove a grande quantidade de rios caudalosos nesta região;
- Há ocorrência da evapotranspiração da cobertura florestal amazônica, isto é, a transpiração da vegetação;
- É um clima úmido e quente é marcada pela baixa amplitude térmica;
- As médias anuais da temperatura variam entre 24°C e 27°C;
- As médias pluviométricas são altas superiores a 2 500 mm anuais;
- A estação seca é curta;
- É uma região de calmaria, devido ao encontro dos alísios do Hemisfério Norte com os do Sul;
- O principal tipo de chuvas é o de convecção.
CLIMA TROPICAL SEMIÁRIDO
- As temperaturas médias são superiores a 20°C.
- A principal característica desse tipo de clima é a baixa pluviosidade;
- As médias pluviométricas anuais são inferiores a 1 000 mm.
- O clima tropical semiárido abrange o Sertão Nordestino, área de ocorrência do bioma da Caatinga nos estados do CE, parte do RN, PB, PE, SE. AL, BA, sul e leste do PI e extremo norte de MG.
- Os solos dessa área são rasos e pedregosos.
CLIMA TROPICAL LITORÂNEO ÚMIDO
- Abrange parte do litoral brasileiro – Nordeste e Sudeste
- As duas principais estações são verão (chuvoso) e inverno (menos chuvoso), com elevadas temperaturas ao longo de todo o ano;
- Apresenta médias anuais de temperatura entre 18°C e 26°C;
- Apresenta índices pluviométricos superiores a 1 300 mm anuais.
- É um clima quente e úmido;
- Neste clima ocorrem os bioma Costeiro e da Mata Atlântica;
CLIMA TROPICAL OU TROPICAL CONTINENTAL
- As temperaturas médias são superiores a 20°C.
- O índice médio anual de chuvas é elevado, entre 1 000 e 1500 mm anuais;
- Este clima abrange os estados de MG,GO, parte de SP, MS, MT, PR, MA, PI, CE e o TO.
- É O clima mais representativo do Brasil, por isso chamado de tropical típico. Abrange áreas das regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. A existência de duas estações bem definidas:
- Verão: estação chuvosa, provocada pela massa de ar equatorial continental (mEc) e pela massa tro¬pical atlântica (mTa).
- Inverno: estação seca
- No inverno a mEc se re¬trai, deixando espaço para a atuação de outras mas¬sas de ar como a massa de ar polar atlântica (mPa) e a tropical conti¬nental (mTc).
- A mPa aproveita o corredor formado pelas terras mais baixas da região Centro-Oeste e atinge a porção sul da Amazônia, quando a tempe¬ratura pode chegar a 10Cº (fenômeno da friagem).
- Amplitudes térmicas anuais elevadas devido à in¬fluência da continentalidade.
CLIMA SUBTROPICAL ÚMIDO
- O clima subtropical úmido é típico do sul do Brasil, onde existe a ocorrência de fortes chuvas.
- No inverno, a massa de ar polar atlântica é muito ativa, dando origem às chuvas frontais com precipitações, devido ao encontro da massa de ar quente com a massa de ar frio.
- O índice médio anual de chuvas é elevado, entre 1 500 e 2000 mm anuais;
- As chuvas são bem distribuídas durante todo o ano.
- As temperaturas médias ficam em torno de 18°C.
Os campos sulinos, a mata de araucárias e parte da mata atlântica ocorrem em área de clima subtropical úmido.
VEGETAÇÃO – BIOMA
OS TIPOS DE BIOMAS DO BRASIL.
Bioma da Amazônia, Bioma da Caatinga, Bioma da Mata Atlântica, Bioma do Pantanal, Bioma do Pampa/Campos sulino e Bioma do Cerrado.
BIOMA DA AMAZÔNIA
- Apresenta uma das maiores diversidades biológicas do mundo;
- Apresenta grande biodiversidade animal e vegetal;
- A riqueza natural desse bioma está em constante ameaça.
- As florestas vivem do seu próprio material orgânico, isto é, das folhas, frutos, sementes e animais que caem no solo e se decompõem, em meio a um ambiente úmido, com chuvas abundantes.
- À primeira vista, o solo parece bastante fértil, devido à grande quantidade de matéria orgânica presente na camada superficial dele;
- À medida que a profundidade do solo aumenta, percebe-se que ele é pouco fértil, raso e arenoso.
- Significa um solo pobre e impróprio para a agricultura.
- Um grave problema é que, nas últimas décadas, o desmatamento, as queimadas, a conversão de terras para a agricultura e a pecuária e os novos assentamentos são feitos em áreas preservadas.
- Ainda apresenta os problemas mais antigos - a mineração clandestina e os grandes projetos de mineração do governo, como o Grande Carajás.
- O Projeto Grande Carajás teve início no final da década de 60 do século XX e marcou a exploração mineral no país. O principal mineral explorado na região é o ferro.
- Este bioma também vem sofrendo com a biopirataria.
domingo, 18 de julho de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
DICAS PARA UM BOM SEMINÁRIO
O que é um seminário
.Dinâmica de estudo em grupo que visa o estudo em profundidade de um tema.
.Pressupõe a participação ativa de todos (apresentadores e platéia).
.Muitas vezes pressupõe a leitura preliminar de um texto que será discutido radicalmente.
Para que serve um seminário!
.Aprofunda um tema.
.Propiciar o debate sobre um tema.
.Socializar o conhecimento para um grupo.
.Sistematizar e divulgar os conhecimentos construídos em grupo.
.Tornar a abordagem de um assunto mais dinâmico.
Qual a estrutura de um seminário
.Ficha roteiro: roteiro impresso que deve ser entregue a todos os participação (platéia), que contém o plano de voo do seminário.
.Deve listar os tópicos que serão desenvolvidos no mesmo. A instituição de ensino a que pretecem e os nomes dos apresentadores.
.Serve para ajudar cada participante a compreender a totalidade do seminário e a sistematização os conteúdos trabalhados.
Qual a estrutura de um seminário!
. Coordenador -> membro do grupo que tem a palavra inicial na apresentação.
.Cabe ao coordenador apresentar os participantes do grupo e fazer uma breve introdução ao tema que será abordado, além de falar das estratégias adotadas para o desenvolvimento do seminário.
Todo seminário deve ter:
.introdução : onde é feita a contextualização do tema, sua importância, os objetivos do mesmo.
.Desenvolvimento dos subtemas (tópicos) onde são desenvolvidos os conteúdos do mesmo. Este desenvolvimento deve ser lógico e coerente.
.Finalização : momento de reflexão e síntese, onde devem ser ressaltados os aspectos mais importantes do tema trabalhado.
Diretrizes para um seminàrio em grupo
A presentação de cada elemente deve ser pautáda pelos seguintes cuidados:
.Não decore sua fala! decorar um texto depõe contra o seminário. O domínio de um tema possibilita o desenvolvimento dinâmico do mesmosem a monotonia dee um texto decorado.
.Fale auto e bom tom! durante sua fala seja claro, pronuncie palavras corretamente, não use gírias.
.Domínio de postura.
.Evite ficar parado no mesmo lugar o tempo todo.
.Nnca fique de costa para a platéia.
.Treinem o encadeamento lógico das idéias e fale de cada palestrante.
.Evite textos longos em seu slide.
.Cuidado com erros de ortografia no slide.
.Se for usar o datashow escolha um modelo clássico para sua apresentação. Adote o estilo CLEAN.
.EScolha um tipo de letra e use em toda apresentação. Tamanho 20.
.Grave sua apresentação em pen drive ou mini CD.
.Se você não tiver habilidade com o equipamento, treine outros.
BOM SEMINÁRIO!
sábado, 1 de maio de 2010
Dentre os gêneros textuais que tem como foco principal a oralidade, está o Seminário.
Ele pertence à categoria vinculada à exposição com base na transmissão de conhecimentos específicos (técnicos ou científicos) a respeito de um assunto relacionado à determinada área do conhecimento.
É comum que muitos de nós já tenhamos participado de um seminário, não é mesmo?
Não somente na escola é que ele acontece, mas também no meio acadêmico e no profissional, podendo ser apresentado individualmente ou em grupo.
Assim como a escrita requer procedimentos específicos para realizá-la, os textos expositivos também não fogem à regra. Por isso é de fundamental importância que saibamos a maneira correta de nos portarmos diante de um seminário, como também nos inteirarmos de todos os seus elementos constitutivos. Atentemo-nos para a técnica de planejamento:
Antes de tudo, é preciso que o(S) apresentador (ES) domine o assunto que será abordado apoiando-se numa pesquisa bastante informativa, como jornais, livros, Internet, revistas especializadas, vídeos, e outros.
Produção de um esquema contendo informações sucintas que nortearão o discurso do apresentador.
Realização de ensaios prévios no objetivo de evitar certas falhas que poderão comprometer a qualidade do trabalho apresentado.
Procurar enriquecer o conteúdo com recursos audiovisuais, tais como: cartazes, apostilas, retroprojetor, datashow, microfone, entre outros.
Só lembrando que para o planejamento devem ser levadas em consideração as características do público-alvo, como faixa etária, tipos de interesse, expectativas e conhecimentos prévios em relação ao tema em questão.
No momento da apresentação é imprescindível o uso da linguagem formal, pois certos hábitos da linguagem oral do tipo: Né? Tipo Assim, Ahnn... prejudicam a fluência na exposição.
A postura do apresentador é fator relevante, o mesmo deve evitar gestos excessivos, expressões faciais que não condizem com a situação, manter o tom da voz num ritmo bem articulado de modo a não se tornar monótono. E, sobretudo, permanecer de frente para a plateia.
De posse de todos estes aparatos, só faltará ter confiança em si mesmo e comemorar o sucesso do bom desempenho diante da tarefa realizada.
TRABALHO PÓS-APRESENTAÇÃO:
FORMATAÇÃO NAS NORMAS ABNT
Pensando em facilitar o entendimento dos alunos a Estudo Pronto, elabora algumas dicas e orientações abordando os elementos inerentes à apresentação, estrutura, estética e normas técnicas de um Trabalho Acadêmico.
O que é Norma Técnica?
Norma Técnica é o documento técnico que fixa padrões reguladores visando garantir a qualidade do produto, a racionalização, a uniformidade dos meios de expressão e a comunicação.
No Brasil, o orgão responsável pela normatização é a Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, fundada em 1940, sendo representante de entidades de normatização internacionais e regionais como a International Standartization for Organization - ISO e a Associação Mercosul de Normatização - AMN, entre outras.
A ABNT está organizada em Comitês Brasileiros e Organismos de Normatização Setorial, sendo que estes Comitês e Organismos são orientados para atender ao desenvolvimento da tecnologia e a participação efetiva na normatização internacional e regional.
As normas de documentação, que servem como ferramentas de apoio e padronização na elaboração de trabalhos acadêmico, são estabelecidas pelo Comitê Brasileiro da área de Bancos.
Estrutura do Trabalho - Elementos Pré-textuais:
Capa (obrigatório) Folha de Rosto (obrigatório) - Errata (opcional) - Folha de aprovação (obrigatório) - Dedicatória (opcional) - Agradecimentos (opcional) - Epígrafe (opcional) - Resumo em língua nacional e em língua estrangeira (obrigatório) - Sumário (obrigatório) - Lista de ilustrações (opcional) - Lista de abreviaturas e siglas (opcional) e Lista de símbolos (opcional).
Elementos Textuais:
Introdução (obrigatório) - Desenvolvimento (obrigatório) - Conclusão(obrigatório).
Elementos Pós-textuais:
Referências (obrigatório) - Apêndice (opcional) - Anexo (opcional) - Glossário (opcional).
Ele pertence à categoria vinculada à exposição com base na transmissão de conhecimentos específicos (técnicos ou científicos) a respeito de um assunto relacionado à determinada área do conhecimento.
É comum que muitos de nós já tenhamos participado de um seminário, não é mesmo?
Não somente na escola é que ele acontece, mas também no meio acadêmico e no profissional, podendo ser apresentado individualmente ou em grupo.
Assim como a escrita requer procedimentos específicos para realizá-la, os textos expositivos também não fogem à regra. Por isso é de fundamental importância que saibamos a maneira correta de nos portarmos diante de um seminário, como também nos inteirarmos de todos os seus elementos constitutivos. Atentemo-nos para a técnica de planejamento:
Antes de tudo, é preciso que o(S) apresentador (ES) domine o assunto que será abordado apoiando-se numa pesquisa bastante informativa, como jornais, livros, Internet, revistas especializadas, vídeos, e outros.
Produção de um esquema contendo informações sucintas que nortearão o discurso do apresentador.
Realização de ensaios prévios no objetivo de evitar certas falhas que poderão comprometer a qualidade do trabalho apresentado.
Procurar enriquecer o conteúdo com recursos audiovisuais, tais como: cartazes, apostilas, retroprojetor, datashow, microfone, entre outros.
Só lembrando que para o planejamento devem ser levadas em consideração as características do público-alvo, como faixa etária, tipos de interesse, expectativas e conhecimentos prévios em relação ao tema em questão.
No momento da apresentação é imprescindível o uso da linguagem formal, pois certos hábitos da linguagem oral do tipo: Né? Tipo Assim, Ahnn... prejudicam a fluência na exposição.
A postura do apresentador é fator relevante, o mesmo deve evitar gestos excessivos, expressões faciais que não condizem com a situação, manter o tom da voz num ritmo bem articulado de modo a não se tornar monótono. E, sobretudo, permanecer de frente para a plateia.
De posse de todos estes aparatos, só faltará ter confiança em si mesmo e comemorar o sucesso do bom desempenho diante da tarefa realizada.
TRABALHO PÓS-APRESENTAÇÃO:
FORMATAÇÃO NAS NORMAS ABNT
Pensando em facilitar o entendimento dos alunos a Estudo Pronto, elabora algumas dicas e orientações abordando os elementos inerentes à apresentação, estrutura, estética e normas técnicas de um Trabalho Acadêmico.
O que é Norma Técnica?
Norma Técnica é o documento técnico que fixa padrões reguladores visando garantir a qualidade do produto, a racionalização, a uniformidade dos meios de expressão e a comunicação.
No Brasil, o orgão responsável pela normatização é a Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, fundada em 1940, sendo representante de entidades de normatização internacionais e regionais como a International Standartization for Organization - ISO e a Associação Mercosul de Normatização - AMN, entre outras.
A ABNT está organizada em Comitês Brasileiros e Organismos de Normatização Setorial, sendo que estes Comitês e Organismos são orientados para atender ao desenvolvimento da tecnologia e a participação efetiva na normatização internacional e regional.
As normas de documentação, que servem como ferramentas de apoio e padronização na elaboração de trabalhos acadêmico, são estabelecidas pelo Comitê Brasileiro da área de Bancos.
Estrutura do Trabalho - Elementos Pré-textuais:
Capa (obrigatório) Folha de Rosto (obrigatório) - Errata (opcional) - Folha de aprovação (obrigatório) - Dedicatória (opcional) - Agradecimentos (opcional) - Epígrafe (opcional) - Resumo em língua nacional e em língua estrangeira (obrigatório) - Sumário (obrigatório) - Lista de ilustrações (opcional) - Lista de abreviaturas e siglas (opcional) e Lista de símbolos (opcional).
Elementos Textuais:
Introdução (obrigatório) - Desenvolvimento (obrigatório) - Conclusão(obrigatório).
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